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quinta-feira, 19 de março de 2009

Bíblia Sagrada revisada por Richard Dawkins

Atenção: Esta é uma obra de ficção. Não a interprete literalmente.

Aviso de conteúdo: Foram eliminados versos descrevendo e/ou defendendo: suicídio, incesto, bestialidade, sadomasoquismo, atividades sexuais em contextos violentos, assassinatos, violência mórbida, infanticídios, genocídios, uso de álcool, homossexualismo, voyeurismo, vingança, corrupção de autoridades, crimes, violação de direitos humanos e atrocidades.

Erros históricos e contradições também foram eliminados. Partes copiadas ou adaptadas de outras mitologias, foram igualmente retiradas após processos por violação de direito autoral.

Aviso à exposição da versão NÃO revisada: A exposição ao conteúdo por períodos extensos ou durante os anos de formação de uma criança, podem causar delírios, alucinações, capacidade de compreensão e senso de razão prejudicada, ódio, fanatismo com violência, e não limitado ao assassinato e genocídio.

Boa leitura:
http://1001gatos.org/downloads/Biblia-Revisada.pdf

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Religião: doença infantil da humanidade?

Richard Dawkins sustenta uma teoria bem interessante a respeito da origem das religiões. A idéia de que é bom para a criança respeitar algum tipo de autoridade (no caso, dos próprios pais), pois isto tem a ver com sua própria sobrevivência. Afinal de contas, aquela estaria sujeita a todo tipo de riscos, caso se rebelasse contra seus progenitores e saísse por aí, sem amarras. Imagine isso em uma tribo de índios, de nativos africanos e, mais longinquamente, entre os homens pré-históricos e você verá perigos cada vez maiores. Dessa forma a evolução "premiaria" toda criança obediente e "puniria" as desobedientes, até mesmo com a própria morte. Nada mais normal e até aceitável. O problema é quando essa característica natural da infância não se dispersa quando o indivíduo atinge a idade adulta. Ele então continua condicionado a respeitar uma super-autoridade, que não é mais a de seus pais. Surge então a idéia de uma autoridade tão suprema e poderosa, que nem sequer poderia ser vista ou tocada. Uma autoridade que nunca falha, que tem sempre razão e que deve ser obedecida a todo custo, afinal de contas não é assim que a criança obediente vê seus pais?? Finalmente chegamos a outra comparação interessante: de como as pessoas no auge da sua demonstração de fé costumam ter atitudes tipicamente infantis. Põem-se a dançar atabalhoadamente, a chorar copiosamente, a falar coisas sem sentido, a cometer atos irracionais. E por fim, a acreditar em tudo que o "representante" da super-autoridade diz, seja esse um padre, um pastor, um rabino ou um omã. Espere, isso é apenas uma teoria. Mas que faz sentido faz, não é mesmo?

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